A Oficina da Liberdade

A Oficina da Liberdade é uma associação cívica e cultural que tem como missão a defesa da liberdade nas suas mais diversas dimensões. A Oficina da Liberdade promove os princípios do Liberalismo, tais como a ‘rule of law’, o capitalismo, a concorrência, o livre comércio, a propriedade privada, o estabelecimento de relações livres entre indivíduos baseadas na ética e moral individuais, bem como o direito dos indivíduos a determinarem o seu destino.

A Oficina da Liberdade acredita no potencial da liberdade e na sua capacidade de transformar a sociedade de forma espontânea. A Oficina entende que uma sociedade constituída por indivíduos autónomos, onde os poderes estão fragmentados e descentralizados, é catalisadora de uma ordem social espontânea capaz de aproveitar da melhor forma as oportunidades existentes, quer para melhorar as condições de vida materiais, quer para a prossecução do desígnio de vida e felicidade de cada um.

Por isso a Oficina da Liberdade rejeita a húbris intelectual das certezas; rejeita a crença na possibilidade de garantir a ordem social por via legislativa; desconfia do exercício do poder; e combate a tentativa de criar um mundo novo e ilusoriamente justo, ordenado centralmente por via do poder estatal.

A Oficina da Liberdade quer contribuir para que as ideias e princípios da liberdade floresçam, inspirando todos aqueles que acreditam no potencial do ser humano. É objectivo da Oficina da Liberdade dar corpo a um clima cultural e intelectual propício a escolhas assentes na liberdade e responsabilidade individuais.

Enquanto instituição, a actuação da Oficina da Liberdade é independente de qualquer partido, não apoia candidatos eleitorais, nem participa em actividades estritamente partidárias.

Na Oficina da Liberdade entendemos que o Estado não tem direito a intervir na vida dos indivíduos, sendo que reconhecemos a superioridade moral da defesa das liberdades individuais por contraponto a correntes de pensamento que conduzem a uma vida em sociedade em que alguns se arrogam o direito de determinar o que é melhor para os indivíduos. Em suma, não temos medo da liberdade e acreditamos na capacidade dos indivíduos para assumirem os seus próprios destinos e fazerem as escolhas que julgam ser condizentes com os fins que cada um escolheu!

Rejeitamos a servidão. Passo a passo. Ideia a ideia.

Porque as ideias têm consequências.

Alexandre Mota
Helder Ferreira
José Bento da Silva
Manuel Pinheiro
Telmo Azevedo Fernandes
Vítor Cunha